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LEO LIMA, além de dono do Estúdio da Esquina, é compositor, cantor e tecladista.  Nasceu e foi criado exatamente na esquina das ruas Divinópolis c/ Paraisópolis, no bairro de Santa Tereza/BH, berço do CLUBE DA ESQUINA.  

 

Passou a infância vendo e ouvindo de perto Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Flávio Venturini, Toninho Horta, Wagner Tiso e tantos outros músicos maravilhosos que circulavam por aquela famosa esquina e exerceram grande influência musical. LEO LIMA pode ser considerado um músico eclético, que participou de trabalhos variados e tocou os mais diferentes estilos de música.

LEO LIMA iniciou sua vida musical compondo, tocando e arranjando músicas para festivais. Estreou adolescente tocando piano no Festival de Nova Lima (1978); premiado como melhor intérprete e melhor música no Festival do Colégio Estadual Central em (1983); melhor arranjo no Festival de Música de Sabará (1984) e melhor arranjo no Festival de Santa Luzia (1985), tendo, posteriormente, acompanhado inúmeros artistas Brasil afora.

A partir dos anos 80 participou das gravações de vários discos, como instrumentista e arranjador, além da produção de “Jingles” e vinhetas de rádios, sendo responsável pela composição e instrumentação de todas as vinhetas da programação da Rádio Sistec AM e FM de Caratinga/MG.

Nos anos 80 integrou as bandas: “ALTITUDE 30” (banda de rock eletrônico experimental) e “O GRANDE AH!” (lançando o disco “1989”).

 

Início de 90 formou a “BICICLETAS DO GOVERNADOR” (Pop), todas com trabalhos autorais.

No início dos 90 passou a fazer um trabalho intitulado “LEO LIMA SOLO” onde, ao piano, interpretava canções próprias e ícones da MPB, do Rock, do Blues e do Folk, ao lado do saxofonista MARCELO UMBELINO. Com esse trabalho desenvolveu o “TROMBOCA”, uma técnica que imita o som de um trumpete/trombone com a boca e ganhou o prêmio de Cantor Revelação da Rádio Inconfidência FM em 1991.

Paralelamente, como tecladista, continuou gravando e acompanhando as cantoras LETÍCIA COURA, SÍLVIA NEGRÃO e ALOANA RINCON, e o cantor e compositor SERGINHO BEAGÁ (samba de raiz).

De 1989 a 1992, integrou a banda do cantor e compositor RENATO TÁRSIA, um dos precursores da Country Music no Brasil.

De 1994 a 2000 integrou a BANDA ZEN, especialista em ritmos variados, que contou com a participação do saudoso Wander Lee, período em que participou da gravação do disco solo do vocalista Gilvan Miguez, lançado em 2000, intitulado “Falsa Nobreza”.

Em 1999 voltou a se unir a RENATO TÁRSIA, agora para formar a banda “MOTHER TEXAS”, tocando composições de Renato e de ícones da folk e da country music como Willie Nelson, Bob Dylan e Neil Young.

Posteriormente formou a sua própria banda “COWBOY JACK”, eleita a melhor banda Country de Minas nos anos de 2001 e 2002 (por votação popular e Internet), lançando um CD promocional.

Recentemente participou como tecladista no disco da cantora MARIE e no CD "Homem de Laboratório" do compositor DUZÃO MORTIMER, e como back vocal no disco da banda de rock LOW FI.

 

Em 2017 lançou, com sua BANDA DA ESQUINA, composta por Robinho Batera, na bateria, Well Aguiar, na guitarra, Tchello Millo, no baixo, Marcelo Lopes, nos teclados, o seu primeiro CD, intitulado "Tranquilo e Sereno", totalmente autoral, com 12 músicas compostas desde os seus 17 anos.  Fez um pré-lançamento com um pocket show do CD na Livraria Leitura, do BH Shopping, no dia 25 de abril de 2017. No dia 20 de julho fez outro pré-lançamento  na "A Autêntica", juntamente com Duzão Mortimer; em 28 de setembro fez o lançamento oficial do CD no Teatro de Câmara do Cine Brasil Vallourec, além de apresentações em diversas casas de Belo Horizonte e do interior de Minas Gerais. 

Em meados de 2017 passou também a fazer parte, como tecladista, da BANDA SOUL MUCH BLUES, composta por Laura Lima, no vocal, Benny Cohen, na bateria, Rod Vaz, no baixo, e Leo Beggiato, e agora Arthur Santos, na guitarra.

 


 

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